Passados 64 anos da explosão atômica que arrasou Hiroshima, no Japão, suas conseqüências continuam sendo motivo de estudos para os cientistas. Pesquisadores americanos e japoneses acabam de verificar que os efeitos dos raios gama - liberados pela fissão nuclear - são ainda mais nefastos para o homem do que se acreditava, especialmente como agentes cancerígenos. Os cientistas esperam que o resultado do estudo torne mais severas as normas de proteção em locais como clínicas radiológicas, sem falar nas usinas nucleares. Antecipando-se, o governo britânico jádeterminou uma redução de 70% nos níveis oficialmente toleráveis de radiação nas instalações que produzem raios gama.04 março 2009
Herança de Hiroshima
Passados 64 anos da explosão atômica que arrasou Hiroshima, no Japão, suas conseqüências continuam sendo motivo de estudos para os cientistas. Pesquisadores americanos e japoneses acabam de verificar que os efeitos dos raios gama - liberados pela fissão nuclear - são ainda mais nefastos para o homem do que se acreditava, especialmente como agentes cancerígenos. Os cientistas esperam que o resultado do estudo torne mais severas as normas de proteção em locais como clínicas radiológicas, sem falar nas usinas nucleares. Antecipando-se, o governo britânico jádeterminou uma redução de 70% nos níveis oficialmente toleráveis de radiação nas instalações que produzem raios gama.
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